EDITAL DE CONVOCAÇÃO

AMAFRO

ASSEMBLEIA GERAL ORDINÁRIA

EDITAL DE CONVOCAÇÃO

O Presidente da SOCIEDADE AMIGOS DA CULTURA AFRO-BRASILEIRA - AMAFRO -,  no exercício de suas atribuições estatutárias, convoca todos os Associados para a Assembleia Geral Ordinária, a ser realizada no dia 22de julho de 2015, às 10:00 horas, na sede do Museu Nacional da Cultura Afro-Brasileira - MUNCAB -, à Rua do Tesouro, s/nº , nesta Capital, com a seguinte Ordem do Dia: 1) Apreciação do Relatório Gestor;  2) Deliberação sobre os  pareceres do Conselho Fiscal e respectivos Balanços Financeiros e Contábeis dos exercícios de 2012, 2013 e 2014; 3)  Apreciação do Plano de Metas 2015-2018;  4) O que ocorrer.  

Salvador/Ba,  06 de Julho de 2015

JOSÉ CARLOS CAPINAN

Presidente

   AMAFRO

ASSEMBLEIA GERAL EXTRAORDINÁRIA

EDITAL DE CONVOCAÇÃO

O Presidente da SOCIEDADE AMIGOS DA CULTURA AFRO-BRASILEIRA - AMAFRO -,  no exercício de suas atribuições estatutárias, convoca todos os Associados para a Assembleia Geral Extraordinária, a ser realizada no dia 22de julho de 2015, às 11:00 horas, na sede do Museu Nacional da Cultura Afro-Brasileira - MUNCAB -, à Rua do Tesouro, s/nº , nesta Capital, com a seguinte Ordem do Dia: 1) Eleição de Diretoria da Amafro para o triênio 2015-2018; 2) Posse da Diretoria eleita, conforme o Art. 18 do seu Estatuto Social.

Salvador/Ba, 06 de Julho de 2015

JOSÉ CARLOS CAPINAN

Presidente

Pop Futebol Clube e Torcidas Organizadas

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A mostra, concebida pelo artista plástico carioca (radicado em Sâo Paulo) Antonio Miranda, nasceu do desejo de mostrar a ligação do povo brasileiro com o futebol, mas sob o viés da cultura pop, como é característico em seu trabalho...

A mostra, concebida pelo artista plástico carioca (radicado em Sâo Paulo) Antonio Miranda, nasceu do desejo de mostrar a ligação do povo brasileiro com o futebol, mas sob o viés da cultura pop, como é característico em seu trabalho. Os objetos que surgem em cena revelam a natureza plural da cultura brasileira, tendo o futebol como principal vínculo. Miranda se utiliza de objetos descartáveis e do nosso cotidiano para dar sentido à sua proposta. Assim, um galão de água mineral pode dar vida a um barco, onde aparecem jogadores de futebol, estádios e também elementos coloridos da cultura popular. Uma garrafa de água sanitária se transforma em automóvel, levando torcedores, ícones pop, orixás e pequenos objetos encontrados pela rua. “A exposição é uma grande mistura de símbolos e objetos que são referências culturais”, sintetiza o artista, que trabalhou cerca de 40 peças com tamanhos que variam entre 0,50m e 0,90m de altura por cerca de 1,20m de comprimento. Como ele próprio admite, sua arte vem da busca de elementos cotidianos para expressar conceitos: “Neste caso, quis fazer uma coisa lúdica, mágica, aproveitando materiais encontrados aleatoriamente e incorporando coisas a partir de insights tidos no processo”. Nem mesmo uma perna mecânica de resina achada por acaso escapou à criatividade do artista, juntando-se a latas abertas de óleo comestível, restos de materiais e bolas de futebol. “ É tudo uma grande brincadeira em cima de alegorias”, resume Miranda, que já integrou a equipe do Museu Afro Brasil como museógrafo.

Barbosa, um goleiro no imaginário popular

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Artistas baianos de destaque, como Lygia Sampaio, Ju Campos, Dulce Cardoso, Guel Silveira, Adilson Santos, Almira Reuter e Licia Garrido, sob curadoria da museóloga Irene Santino, expõem... 

Artistas baianos de destaque, como Lygia Sampaio, Ju Campos, Dulce Cardoso, Guel Silveira, Adilson Santos, Almira Reuter e Licia Garrido, sob curadoria da museóloga Irene Santino, expõem trabalhos com técnicas e linguagens variadas tendo como tema o goleiro da Seleção Brasileira na Copa do Mundo de 1950, Moacir Barbosa. Negro, paulista de Campinas, Barbosa teve a sua trajetória profissional prejudicada pelo fatídico gol que entrou na rede brasileira na partida final contra o Uruguai. O jogador levou a responsabilidade pela derrota do Brasil na Copa e é isso o que a exposição quer questionar: “Na verdade, o brasileiro tem muita dificuldade em lidar com a perda, sobretudo no futebol. Com a mostra queremos quebrar esse paradigma e recuperar um pouco a memória de Barbosa, que morreu no anonimato e afastado da torcida. As pessoas nunca perdoaram esse gol (marcado pelo uruguaio Alcides Ghiggia), mas se esquecem de sua trajetória como jogador profissional e do seu empenho durante todo o jogo decisivo”, justifica a curadora Irene Santino. 

Cabeças de Orixás

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A ideia dessa mostra é expor a simbologia de sete orixás do universo religioso afro-baiano. Não exatamente orixás, mas inquices, já que o tema retratado tem a ver com o candomblé da nação Angola. As cabeças foram todas confeccionadas em sabão da costa, de uso sagrado pelos adeptos do candomblé, e retratam Xangô, Yemanja, Oxum, Oxossi, Ibeji, Oxalá e Exu. Chamadas de “Iba-Ori”, as cabeças de orixás não estão presas, contudo, a uma abordagem religiosa. Em sua leitura, o artista carioca Antonio Miranda, que idealizou a exposição, incorpora livremente elementos diversos para compor suas figuras. Exu, por exemplo, tem como característica visual o cabelo composto por garfos de plástico usados em festas de aniversário. Bonequinhos de brinde da rede Mc Donalds enfeitam a cabeça de Ibejis, orixá/inquice associado às crianças. Segundo Miranda, o uso desses elementos desmistificam a austera concepção de deuses: “São deuses sim, mas são também homens, são gente, tem características humanas, positivas ou negativas”, justifica ele, lembrando que Oxalá surge associado ao mundo do futebol, com um globo terrestre na cabeça e pequenos jogadores em cima. “Oxalá é a paz e é também o congraçamento e união dos homens de diversas origens, o que é uma característica do futebol, sobretudo quando falamos de Copa do Mundo”, observa o artista.

Projeto de afirmação cultural